|
 |
|
|
Cruz da Unidade presente nos diversos Santuários de
Schoenstatt |
|
Histórico:
Quando os estudantes pallottinos, da primeira
geração do Chile, estavam para serem ordenados sacerdotes, nasceu entre
eles o desejo de
presentear ao Santuário de Bellavista – lugar que viu nascer e alimentou
sua vocação – um crucifixo que expressasse a imagem de Cristo
sacerdote, tal como desejavam vivê-lo, a partir da Aliança de
Amor com Maria e à luz da imagem original de Cristo que o Fundador
lhes transmitia.
O pensamento central que quiseram expressar foi o Cristo
dos vínculos.
É o Cristo que, na força do Espírito Santo está profunda
e intimamente vinculado como Filho ao Pai.
É o Cristo que está profunda e intimamente vinculado a
Maria, sua Mãe, constituída como colaboradora e companheira permanente
em sua missão redentora entre os homens.
É o Cristo da Unidade, que une o céu e a terra; é o
Cristo Bom Pastor que, refletindo o amor do Pai, une os homens a Deus e
os homens entre si, fazendo-os filhos de um mesmo Pai.
Na parte de trás dessa cruz gravaram as frases latinas
que expressam os ideais e realidade: “Unum in saguine (Unidos no
Sangue de Cristo) + Tua res agitur (Trata-se de tua obra redentora) +
Clarifica te (Glorifica-te em nossa pequenez e frauqeza)”.
A frase latina “Unum in sanguine” era o ideal da geração sacerdotal, que
expressa a solidariedade de destinos que os unia com Cristo e Maria, com
o Fundador e entre eles.
Devido às dificuldades internas da Família de
Schoenstatt, o Fundador sendo afastado pelo exílio, a cruz tornou-se providencialmente
atual, já que experimentam que a plena unidade entre eles seria
alcançada somente em uma adesão crente à pessoa do Pai Fundador, pois,
sendo fiéis a ele, eram fiéis à fundação que, por meio dele, Deus havia
realizado. Família alcançou a graça da unidade com ele, como Pai
Fundador, perscrutando os planos de Deus e não orientando-se por
simpatias ou por critérios puramente humanos.
|