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Data escolhida por Deus
Assim como
Nossa Senhora de Fátima é lembrada no dia 13 de cada mês, a Mãe, Rainha
e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt é celebrada em cada dia
18. Deus escolhe o dia 18 de outubro de 1914 para a realização da
Aliança de Amor, no Santuário de Schoenstatt, e a Fundação dessa Obra
Internacional.
Mergulhando sempre
nas graças da origem
Os membros da Obra de Schoenstatt celebram mensalmente esse atuar divino
no ato da Fundação e renovam, nesse dia, a sua inclusão pessoal na Aliança
de Amor, rezando a sua oração de consagração.
Nos Santuários de Schoenstatt, geralmente, nesse dia é colocado diante
do altar o "Livro da Aliança", com a assinatura de todo os que
selaram a Aliança de Amor, e que nesse dia, provavelmente, visitam espiritualmente
esse lugar de graças e renovam a sua aliança.
Disse uma pessoa: "Quando lá longe, me lembro que o meu nome está
escrito no Livro da Aliança de Amor, me parece que uma corrente de ouro
me prende a Maria..."
Acolhendo as famílias
Nas diversas paróquias em que está presente a Campanha da Mãe Peregrina
de Schoenstatt, a Aliança de Amor é celebrada, geralmente com a Santa
Missa, renovação da nova e eterna Aliança de Cristo.
Freqüentemente, a liturgia dessa celebração é configurada pelos coordenadores
da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. O celebrante aproveita para
ter um contato com as famílias que recebem a Mãe Peregrina de Schoenstatt.
Uma ocasião propícia para acolher as famílias que ainda não descobriram
a alegria de participar ativamente na comunidade paroquial e estimulá-las
a essa comunhão cristã.
Um auxílio na celebração
O Folheto da Aliança, elaborado mensalmente, ajuda na configuração
da liturgia. Pode também ser usado em celebrações e orações comunitárias,
nas comunidades onde o Dia da Aliança é celebrado sem a possibilidade
de uma Santa Missa.
>>
ir para folheto da aliança
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Referências Bibliográficas:
. Schoenstatt. Irmãs de Maria de, Novena da Mãe, Rainha e Vencedora
Três Vezes Admirável de Schoenstatt, 2001, 99º ed., Berto Artes Gráficas
. TREVISAN. Celestino André, A Caminho do Santuário, 1978, Editora
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